Damas de Honor
T1, E2: Com a popularidade de Melbourne em queda no parlamento, os tories aguardam com ansiedade o seu triunfo iminente. O mais impaciente de todos é Cumberland, o perverso tio de Vitória, que vê na esperada derrota de Melbourne uma oportunidade de tirar partido da vulnerabilidade de Vitória e de estabelecer uma corregência com a duquesa de Kent e com Conroy. Como seria de esperar, Vitória fica devastada quando, com pesar, Melbourne anuncia que vai renunciar ao cargo de primeiro-ministro; e mais perplexa fica ainda por ter de pedir a um completo estranho, Sir Robert Peel, que forme governo. A duquesa tenta consolá-la, lembrando-a de que pode contar consigo e com Conroy, mas a mera menção do perverso conselheiro da mãe apenas recorda a Vitória a solidão em que se encontra. À distância, Skerrett simpatiza com Vitória, mas ela tem os seus próprios problemas — parece que Francatelli, o chefe de cozinha, sabe mais do que devia acerca da sua anterior vida. Desesperada, Vitória implora a Melbourne que reassuma o cargo de primeiro-ministro e fica desnorteada com a recusa deste, que reitera que Peel é a escolha certa. Incapaz de aceitar este desfecho, Vitória engendra um plano que humilha Peel, obrigando-o na prática a recusar formar governo e preparando o caminho para o regresso de Melbourne. Este, porém, fica mais escandalizado que bem impressionado com o comportamento manipulador adotado por ela, e Cumberland e Conroy aproveitam para retratar esta conduta “errática” como motivo para se estabelecer uma regência. Conseguirá Vitória obter o que pretende?
